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Recados

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

De: ENOCK
CRUZ DAS ALMAS - BA

OI, MEUS LINDOS PEÇO QUE OREM AO MENOS UMA VEZ PELA CONVERSÃO DE MINHA ESPOSA KATIA E MEU FILHO LUQUE, HA + OU - 11 ANOS ESTAMOS SEPARADOS, MAS JESUS É BOM E PODEROSO E ISSO BASTA PRA ATENDER AO QUE PEDE E CONFIA NELE. ONTEM HOUVE A RECONCILIAÇÃO DE UM CASAMENTO DESFEITO A 14 ANOS. COMO NOSSO DEUS É GLORIOSO. OBRIGADOS POR ESSE ESPAÇO MEUS LINDOS.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

De: ENOCK
Cruz das Almas - Ba

Oi, meus lindos e preciosos irmaos, estamos em maravilhoso encontrão, o Senhor esta falando sobre o Temor do Senhor, Ah! como precisamos dessa palavra. Beijos.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

De: Josy
Feira de Santana - Ba

Olá queridos, saiba que vçs fazem parte das nossas vidas. Tá sendo muito bom relacionar com os irmãos aqui em Sampa. Nossas férias: Presente de Deus!!! Beijos, amamos vçs. Josy e Laert


quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

De: HERLAINE
FEIRA DE SANTANA - BA

Procura tempo oportuno para cuidar de ti e relembra a miúdo os benefícios de Deus. Renuncia às curiosidades e escolhe leituras tais, que mais sirvam para te compungir, que para te distrair. Se te abstiveres de conversações supérfluas e passeios ociosos, como também de ouvir novidades e boatos, acharás tempo suficiente e adequado para te entregares a santas meditações. Os maiores santos evitavam, quando podiam, a companhia dos homens, preferindo viver com Deus, em retiro. DEUS NOS CONDUZA A ISSO... JBS


quarta-feira, 25 de novembro de 2009

De: Laert Pereira
Feira de Santana - Ba

A história de um homem chamado Josias Esses dias, tenho lido a história de um rei chamado Josias, que viveu há não sei quantos mil anos em Jerusalém e reinou por 31 anos. Não sei a abertura e intimidade que esse rei dava a seus súditos naquela época. Mas, mesmo sem saber, vou chamá-lo de “o Jó de lá”, porque tem um outro Jó (o Jó de cá) – o Vilela – e esse nós conhecemos a fundo. Aquele rei começou a reinar muito cedo, era uma criança (8 anos apenas); o daqui nunca foi rei e nem quer. Assim como o outro, o Jó da gente começou a ralar de forma precoce, ainda não tinha alcançado a maior idade e já foi “colocar a mão na massa”. Outra semelhança entre eles está na busca por viver para o senhor dos senhores. A palavra diz que no oitavo ano do seu reinado, ou seja, com 16 anos, o rei Josias começou a buscar o Deus de seu pai e fez o que era reto aos olhos do senhor. É rapaz... O nome do daqui teria que ser esse mesmo, Josias. O pai dele deve ter dito: - O nome do moço vai ser Josias e fim de papo! A casa desse humilde servo é a extensão da casa de muitos daqui; oh casa movimentada! Se alguns fossem mostrar suas casas, teriam que dizer algo do tipo: - Não, minha casa tem cinco quartos, duas cozinhas, três banheiros. E o coitado do outro lado sem entender nada, indagaria: - Oxe! Cadê tudo isso? - Calma rapaz! É que o restante tá lá na Rua Iraque. E por falar em casa, lá naquela época, o rei tomou para si a responsabilidade e disse consigo mesmo: - Vou purificar a casa de Deus E aí, não faltou imagem de escultura para ser quebrada, altares sendo destruídos (...) foi uma festa! No nosso caso, o trabalho é o mesmo. A casa de Deus está sendo purificada. Só que há uma diferença no nosso contexto: os altares estão nos corações. E aí, a tarefa é muito mais árdua para o nosso guerreiro. Haja machado! E tem coisa aqui que só de madeira, porque de borracha relaxa. Mas o nosso soldado não desiste. Oh homem de fibra! Lembra muito o outro, que morreu pelejando contra o exército inimigo. Lá diz assim: “porém Josias não tornou atrás.” O nosso também não tem tornado atrás. São tantas lutas... tantas dores... Essa está no CD “As preferidas do Bispo Josias”. E no meio disso tudo, surge uma pergunta: - Quem és tu Golias? Nunca mais hein!!!! Não por falta de Golias. São tantos, que a palavra já vem no plural; muitos Golias, e cada vez maiores. Contudo, no meio de tantas batalhas travadas, surge um cântico nos lábios desse guerreiro. É a faixa 03 do CD das preferidas do nosso Bispo: “Bem sei que tudo podes, meu amado...”. O nosso Josias, o Jó de cá, gosta muito de se gloriar por dois fatos que lhe produzem muito orgulho, no bom sentido. Certo discípulo aqui de olhos verdes e cabelos em “fartura” ouvia-o muito dizer: - Eu era arrimo de família. E fala isso com gosto, hombridade. A outra glória está no seu casamento. Quando ele fala do pré-leitor... rapaz!!!!Ele não fala “Mário”. Mário é muito comum, como Pedro, José, Joaquim. Ele enche a boca e diz assim: - Quem fez meu casamento foi Mário Roberto Fagundes. Voltando à história do rei Josias, que está relatada no livro de Crônicas (É mole? A história do homem mereceu até uma crônica.), lá diz assim: “No décimo oitavo ano do seu reinado, havendo já purificado a terra e a casa, enviou a Safã, filho de Azalias, a Maaséias, governador da cidade, e a Joá, filho de Joacaz, cronista...”. Já pensou...? Não é que apareceu uma crônica e um cronista na história do Jó de cá... Contando, ninguém acredita.


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

De: Edson silva Costa
Conceição do jacuipe - ba

Josias uma palavra pr edificação da Igreja REVOLUÇÃO OU REFORMA? (Jamê Nobre) As revoluções têm como característica mudar algumas partes do todo, mas no geral tende-se a mudar a forma sem alterar, no entanto, o conteúdo. A reforma trabalha na essência, mudando o conteúdo. Por exemplo, Lutero apresentou suas teses e dentre elas, falou do sacerdócio universal dos santos e da salvação pela fé. Isso tocou nas bases do catolicismo. Por isso, foi uma reforma (resistida, aliás, pela Igreja Católica, daí a contra-reforma). A ida da igreja para as casas não é uma revolução, pois não trata de uma mera mudança na maneira ou no local de reunião. Esse mover de Deus trata de uma reforma profunda na visão, na prática e na experiência do povo de Deus. Daquilo que temos ouvido posso abstrair o seguinte pensamento: para que a igreja se estabeleça nas casas temos que trabalhar em cima de princípios, que são os fundamentos, antes de operar mudanças externas. Essa mudança de visão trata de uma visão da pessoa de Jesus, numa profunda revelação de sua pessoa, de forma que isso produza transformação no indivíduo. A conseqüência disso é uma mudança no entendimento do que é a igreja de Jesus. Se formos para as casas sem uma visão correta da igreja, cada casa será uma pequena denominaçãozinha, independente e autônoma. E aí ela se torna na melhor e mais bíblica motivação para as divisões. Cada um de nós pode ir para sua casa e ali formar seu grupo à sua imagem e semelhança. Vamos ter uma base bíblica para realizar os sonhos da carne de divisão e independência. O que a igreja na casa não é: - Não é uma troca do lugar de reunião. - Não é uma reunião. - Não é uma simples melhora na estrutura. - Não é uma mudança de formas. - Não é o simples comer junto, pois o reino de Deus não é comida ou bebida. O que é a igreja na casa: - É uma mudança na raiz da Igreja. - É uma mudança de mentalidade de seus membros. - É uma restauração da vida de Jesus na família. - É acender uma candeia na casa com o fim de atrair os vizinhos. O Espírito de Deus tem nos levado a uma compreensão de que tudo o que ocorre em uma família produz reflexos na igreja. Se a igreja tem estado fraca é por que as famílias têm se tornado fracas. Uma outra coisa é que sempre pensamos e afirmamos que o novo testamento não fornece um modelo de estrutura para a igreja. Sempre pensamos que não há esse modelo nos evangelhos nem nas cartas. Penso que até agora temos procurado no lugar errado. Deus sempre trabalhou para a família e ao redor da família. O seu projeto foi de abençoar as famílias da terra. O seu desejo é ter uma família de muitos filhos semelhantes a Ele. Ele é Pai. Diante disso, a única estrutura que cabe nos projetos da igreja é a estrutura de uma família, e isso está mais do que claro na Palavra. O modelo está aí bem claro diante de nós. A Igreja deve viver como família, com pais, irmãos e filhos e a única forma de alcançarmos isso é tornando as nossas casas em igrejas não com formas de reunião, mas em forma de manifestação do Espírito Santo na relação entre seus integrantes. Para que a casa seja uma igreja, os seus participantes precisam viver como igreja: os pais precisam pastorear seu pequeno rebanho, a esposa e os filhos. Daí ele terá condições para cuidar de mais gente que o Senhor vai acrescentar. Por causa disso, precisamos trabalhar no ensino sobre as funções dos participantes de uma família e esse ensino passa por manifestar uma vida de exemplo. Há uma parábola que expressa com a grande sabedoria de Jesus, o que ocorreu com a Igreja. Refiro-me à parábola da dracma perdida. Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar? E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida. (Lucas 15:8,9). A dracma é uma moeda de valor bem baixo. O que fez com que aquela mulher acendesse uma candeia (gastando combustível), varresse sua casa buscando com diligência e faz uma festa convocando as amigas e vizinhas. Na sua convocação ela não diz que achou uma dracma que se havia perdido, mas ela diz, achei a dracma perdida. Isso demonstra que as vizinhas e amigas já sabiam da perda e que a dracma era especial. Especial por quê? Uma interpretação é que era uma mulher pobre, demonstrado pelo fato de ter que acender uma candeia, o que representa uma casa sem janelas, escura, típico das casas pobres. Outra coisa é que ela mesma busca a dracma e não os empregados. E, por ser pobre, ela precisava muito dessa dracma. A outra interpretação é que essa dracma fazia parte de um conjunto de moedas ligadas entre si, como um colar ou um diadema, que era usado por mulheres casadas (comprometidas) e se fosse perdida uma das dracmas ela não poderia usar o símbolo de seu compromisso. Penso que essa interpretação é mais coerente com as outras parábolas: uma ovelha no conjunto do rebanho, o filho e seu irmão no conjunto da família. O rebanho, colar e a família não seriam completos. O colar, ou diadema, representa o compromisso que a igreja tem com o noivo. As dracmas representam os dons recebidos do Senhor, as nossas atitudes e frutos provenientes da nossa conversão e da operação do Espírito Santo, os ministérios, enfim as pequenas ou grandes coisas que revelam uma vida comprometida com o Senhor. Algumas dessas coisas: dignidade, respeito, pureza, domínio próprio, humildade, disposição para servir, sobriedade, disciplina, submissão, coragem, integridade, fé, gentileza, dedicação, sobriedade, consagração, piedade, disposição ao trabalho, diligência, honestidade, delicadeza. Essas coisas se perdem ou são recebidas no relacionamento com Deus e com as pessoas. Dentro de casa perdemos a maior parte da nossa vida espiritual. É no convívio com os de nossa casa que se manifesta realmente o que somos. Ouso dizer que o chamado "confins da terra" é aquele lugar mais difícil de ser alcançado e isso é o ambiente da nossa casa, pois ali a nossa autoridade é questionada e a nossa santidade é posta à prova. O Senhor nos fala de coisas que as igrejas da Ásia perderam: Éfeso - primeiro amor (Ap. 2:4) - Isso fala da forma como nos comportávamos, quando nos encontramos com o Senhor Jesus, a intensidade, o zelo, e também fala do lugar que Jesus ocupa em nossa vida - não há nada que amamos acima dele. Ele é o nosso primeiro amor. Pérgamo - pureza doutrinária (Ap. 2:14) - A igreja deixou entrar em seus ensinamentos muita coisa que nem Jesus, nem os apóstolos ensinaram. Hoje as pregações apontam para a felicidade humana como a grande conquista. O bem estar, como a grande meta. O hedonismo motiva muitos púlpitos. O imediatismo e o sucesso humanos passaram a ser a tônica dos sermões. Temos perdido o sentido de pureza na linguagem e na palavra. Afirmamos coisas que o Senhor não afirma e não afirmamos aquilo que Ele afirma. Damos ênfase ao que o Senhor não enfatiza e enfatizamos aquilo que ele não enfatiza. Achamos, portanto, lugar para divisões e contendas porque não pregamos a sã doutrina (Tt. 2). Tatira - padrão de santidade (Ap. 2:20) - A Igreja está vivendo uma crise que eu chamo de fronteira seca - são aquelas divisas internacionais que não têm um marco visível que determina onde começa ou termina um país - como Brasil e Bolívia em Corumbá, como Brasil e Uruguai e outros. Hoje está difícil saber onde termina a igreja e começa o mundo. A fronteira tem sido apagada, tem perdido sua função de separar uma nação da outra. Sardes - a vida (Ap. 3:1) - A vida da Igreja é o Espírito Santo. As pessoas da Igreja no geral têm perdido a direção, o mover do Espírito Santo em sua vida privada. Espera-se o mover de Deus nos cultos, mas não se busca um mover de Deus no dia-a-dia, nas pequenas decisões - daí que muitos têm o nome de vivos mas estão mortos. Laodicéia - o calor e as vestes (Ap. 3:16) - o afeto, a paixão por Jesus tem sido trocados por outras paixões. Temos nos tornados céticos e frios no nosso relacionamento com o Senhor. As orações perderam a intensidade e o compromisso. Somos mais razão e menos coração no nosso contato com o Senhor. As vestes representam a nossa cobertura - a vida de Deus sobre nós quando andamos em submissão. Se somos sujeitos a Ele, vamos resistir ao diabo e esse vai fugir de nós. O Senhor nos cobrirá. As vestes também apontam para aquilo que as pessoas vêem em nós. Isso fala do nosso testemunho. Não é tanto o que tentamos mostrar, mas é aquilo que somos no dia-a-dia, dentro de nossa casa. Os nossos pais, esposa ou filhos devem olhar para nós e ver a santidade, a pureza, a vida de Jesus - a nossa veste de linho fino, as nossas obras de Justiça. Hoje a igreja é o reflexo daquilo que são as famílias. Uma viagem de carro de casa para o local de reunião não tem o poder de transformação como pode parecer, pois somos uma coisa em casa e outra diferente no ambiente de culto. Como numa esquizofrenia diabólica vivemos duplas personalidades. E isso veio porque conseguimos dividir o indivisível. Separamos a vida da família da vida da igreja. Passamos a adotar prática de vida diferenciada. Quando estamos no ambiente da família não temos a mesma atitude que quando estamos com os irmãos. Esquecemos que quando houver dois ou três reunidos no nome do Senhor, ali ele estará. Esquecemos que antes de sermos marido e mulher, pais e filhos, irmãos e irmãs, somos filhos de Deus e devemos viver como tal, para que as nossas orações não sejam interrompidas. Muita oração é interrompida por causa da duplicidade de vida. Igreja na casa é a consciência de que somos pessoas espirituais e se antes nos conhecíamos segundo a carne agora nós nos vemos segundo Deus. Igreja na casa é a transformação da vida de família em um ambiente de manifestação da vida de Deus e a conseqüente atração que a vida de Cristo opera naqueles que o encontram. Por último e como paradigma indispensável, temos que obedecer à última ordem de Jesus, que foi o fazer discípulo. Uma igreja não pode subsistir como igreja sem cumprir esse mandamento do Senhor. Não podemos pensar no fazer discípulos como se fosse ministério de alguns, ou aceitar a esterilidade como algo normal. É mandamento do Senhor que cada filho dele faça discípulos. Isso implica na prática do discipulado pelos pais da igreja na casa e sobre eles. Cada chefe de família deve estar em íntima unidade com quem cuida de sua vida, sendo discípulo, para que possa fazer discípulos dentro de casa. Não se pode cobrar algo de outros quando não se pratica aquilo que exigimos. Não defendo uma estrutura hierárquica, mas defendo a paternidade que deve ser reconhecida na Igreja. Cada um de nós foi gerado por alguém ou foi adotado por alguém que reconhecemos como pai. O discipulado é a adoção de pessoas como filhos e não é algo onde o discípulo é servo do discipulador, assim como a igreja não é serva de seus presbíteros. Ao contrário, aquele que cuida é servo do que é cuidado. Que o Senhor nos abençoe e nos faça avançar no Seu querer. Em Cristo, nosso Senhor e Dono Jamê.


terça-feira, 20 de outubro de 2009

De: Raphaella Antonelli
Feira de Santana - Bahia

Jô E Deumi! estou com o coração apertado de saudades de vocês. por favor se vcs puderem entrar em contado comugo meu msn é raphacheek@hotmauil.com e meu celular é 91585970. abraços para tdos os Irmãos em Cristo.


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

De: Josias Vilela SIlva
Feira de Santana - Bajhia

AVISAMOS A TODAS AS IRMAS QUE O ENCONTRO DE MULHERES QUE ACONTECERIA AGORA EM NOVEMBRO VAI SER CONFIRMADO NUMA DATA POSTERIOR.DIFICULDADE DE ESPAÇO PARA O EVENTO.ABRAÇOS


domingo, 11 de outubro de 2009

De: Guia Tucuruvi e Região
São Paulo - SP

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sábado, 19 de setembro de 2009

De: Raquel Lopez
SSA - Bahia

Foi o primeiro retiro que eu fui dai de Feira!! E foi mto bom!!Fui mto edificada pelos irmão, conheci novas pessoas e foi tb o primeiro retiro que eu fui como nova criatura!!Deus é bom!! espero ir nos próximos se tiver!! Raquel Lopez



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Acontece

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Como descrever um valente?
Reveillon da Igreja em Feira

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